domingo, 21 de julho de 2019

De 22 a 28 de Julho


Esta semana estamos sob as bênçãos da Deusa Fulla, uma Deusa Escandinava, representada na carta do valete de ouros. A frase que a define é a seguinte: “Prudência e sabedoria, atenção e consciência guardam comigo o precioso tesouro da Frigg.”

Deve ter tesouros escondidos que podem vir ao decima ou ser revelados ao longo desta semana. Tem mais capacidades e ferramentas à sua disposição do que aquelas que possa pensar e talvez seja o momento de colocar algumas delas em prática, permitindo-lhe até descobrir novas qualidades sobre si mesmo. 

Conselho: Vá avançando aos poucos, desbravando novos caminhos e possibilidades. Por vezes é bom sair um pouco da rota que traçamos inicialmente para nós, de modo a experimentar coisas novas, mas não abandone por completo aquilo que pretende acalçar, permanecendo focado nos seus objetivos.

domingo, 14 de julho de 2019

De 15 a 21 de Julho


Esta semana estamos sob as bênçãos da Deusa Oya, Deusa africana dos ventos e das tempestades, que está representada na carta do valete de paus. A frase que a define é a seguinte: “Eu sou o energizante, estimulante e regenerador vento que sopra forte. Amplie os seus horizontes e deixe-se levar por este turbilhão mágico”.

Esta é uma semana de grande agitação e mudança. Prepare-se para situações inesperadas que o vão obrigar a sair da sua zona de conforto, para que possa crescer e evoluir um pouco mais no seu propósito de vida. O eclipse da lua que ocorre esta semana terá um grande efeito nestes ventos de mudança que agitarão a nossa forma de estar.

Conselho: Deixe-se levar pela corrente e pelo fluxo de energia, confiando que tudo acontece por um motivo e que isso é o melhor para si. O Universo trabalha sempre em nosso favor e se Ele nos pede para crescer, saindo de onde estamos, é para nos proporcionar novas conquistas e oportunidades.

quinta-feira, 11 de julho de 2019

Mindfulness


O mindfulness é uma técnica cada vez mais conhecida e apreciada no ocidente. Pode dizer-se até que está na moda. Esta é uma técnica de meditação muito simples e talvez precisamente pela sua simplicidade que se torna tão difícil e desafiante. Acredito que o que a torna mais difícil é precisamente o facto de não estarmos habituados a olhar para dentro de nós. É muito mais comum fugir das nossas emoções negativas e encontrar algo que nos distraia da nossa vida. 

Ora o mindfulness é precisamente o oposto, é a consciência permanente. Estar em permanente observação de si mesmo, das suas emoções e pensamentos, de modo a controlarmos a mente em vez de ser ela a controlar-nos a nós.

O simples facto de se concentrar na sua respiração e apreciar os leves movimentos do seu corpo, sentindo o ar que entra e sai dos pulmões com serenidade, é um exercício de mindfulness. 

Recentemente estava a ler um livro sobre o tema, que sugeria um exercício muito simples, mas muito eficaz para aumentar a consciência e aquietar a mente, e deu-me uma certa nostalgia pois foi precisamente com aquele exercício que conheci a meditação e a sua fonte foi algo completamente improvável, aprendi-a a ver o Dragon Ball. 

Por muito estranho que possa parecer, os japoneses são um povo com uma enorme sensibilidade para estes temas e muitos dos seus desenhos animados estão cheios dessas subtilezas e ensinamentos, como a enorme semelhança entre o Reiki e o Kamehameha (que consiste precisamente na libertação de energia através das mãos em forma de concha).

Naquele episódio específico a personagem principal estava em apuros, preso pelos pés e de cabeça para baixo sem saber o que fazer. Decidiu acalmar a mente, começando a ouvir todos os sons em redor para saber se ainda estava em perigo. Achei aquilo tão giro que comecei a praticar também, tentando perceber até onde a minha audição conseguia ir. Ficava longos momentos senta na minha cama (para estranheza da minha mãe) a ouvir todos os sons em redor da casa, fosse de noite ou dia, e percebi desde aí como a mente e os pensamentos ficavam mais calmos, dando-me um sentimento de serenidade.  

Aconselho-vos a fazer o mesmo, tomando consciência de todos os sons, dos sons internos e externos, dos sons agradáveis e desagradáveis, aceitando tudo o que vem. Permaneçam nesse exercício durante o tempo que conseguirem e percebam como facilmente a mente “foge” para a sua tagarelice do costume. É precisamente disso que precisamos nos abstrair para conseguir apreciar a vida devidamente. Se continuarmos a dar demasiada atenção a todos as histórias que a mente cria, nunca estamos bem o suficiente, escorrendo-nos a vida pelos dedos, sem que tomemos consciência disso. 

E sim, as aprendizagens podem vir de qualquer lado, basta estar recetivas a elas. Posso dizer que o meu percurso começou com o Dragon Ball, tendo oito ou nove anos de idade na altura. Desde então nunca mais parei, conhecendo outros mestres e outras formas conhecimento, mas o que importa é começar de alguma forma.

De 21 a 27 de Outubro

Esta semana estamos sob as bênçãos da   Ninfa Caenis , divindade grega, que está representada na carta do 10 de paus. As frases que a...