domingo, 9 de setembro de 2012

Crítica

O velho, o jovem e o burro
Decidi partilhar com vocês uma história que me é contada desde criança:

Foto retirada do site
“Era uma vez, um velho, um jovem e um burro que andavam em viagem. Após um longo percurso encontraram uma pequena aldeia onde iriam repousar, mas assim que chegaram à aldeia, ouviram comentários a seu respeito. – Olhem para aqueles dois parvos! dizia alguém, têm um burro e vêem os dois a pé!

No dia seguinte, após uma boa noite de repouso e não querendo voltar a fazer figura de idiotas, os dois decidiram continuar a sua viagem, mas desta vez montaram os dois o burro. Quando a noite chegou encontraram um novo local para pernoitar, e novamente, assim que entraram na aldeia, ouviram alguém. – Olhem só aqueles dois malandros montados no burro. Coitado do burro, ter que vir a carregar com eles dois todo o caminho.

Muito incomodados com os novos comentários, assim que voltou a amanhecer lá partiram novamente os nossos viajantes. Decidiram que apenas o velho montava o burro e o jovem iria a pé. Quando a noite voltou a cair e encontraram um novo sitio para ficar, não esperavam ser novamente criticados, mas assim que chegaram ao novo local ouviram alguém. – Olhem para aquele velho, grande malandro. Vai ali o pobre rapaz a pé, coitado, enquanto o velho vai montado no burro, todo refastelado.

Assim que o dia nasceu, seguiram viagem, mas já cansados de tanto os criticarem e o velho envergonhado pelo que ouviu, decidiram que seria o jovem a ir no burro. Como tal, mais uma vez a noite chegou e mais uma vez foram criticados. Olhem para aqueles dois, onde é que isto já se viu? O jovem que tem boa perna vai montado no burro e o velho coitado que já mal pode andar é que vai a pé!. E foi a partir desse dia que decidiram que iriam montar, ou não, o burro da forma que mais lhes agradasse, porque fizessem o que fizessem, seriam sempre criticados por alguém.”

Foto retirada do site
A moral da história é muito fácil de entender. Uma vez que vivemos em sociedade, temos tendência a agradar tudo e todos e quando ouvimos criticas a nosso respeito, por vezes mudamos a nossa atitude para agradar aos demais, mas a verdade é que nunca agradamos a toda a gente por isso o melhor será tomar as suas decisões por quem você é, por aquilo que acredita. Irá sempre ter pessoas a favor e pessoas contra, só precisa de aprender a lidar com as criticas alheias (que muitas das vezes resume-se  a não lhe dar crédito, nem o direito de interferir na sua vida) e ter a coragem de seguir aquilo em que realmente acredita. Por vezes nem sempre é fácil distanciarmo-nos da critica alheia (maioritariamente destrutivas), mas esta história ajuda-me sempre a lembrar que, por muito que tente, não posso agradar a toda a gente. Então porque não começar por me agradar a mim?

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Religião

Foto retirada do site
Todas as religiões são caminhos diferentes para chegar até Deus. É com esta frase que eu costumo definir a religião que apela a uma abertura ao respeito e à tolerância. Acredito que de facto seja assim, nenhuma religião é melhor que a outra, nem nenhuma religião deve sobrepor-se sobre todas as outras. A religião deve ser algo que nos torne pessoas melhores e que contribui para o nosso desenvolvimento espiritual e não motivo de conflitos e guerras. Claro que para isso é necessário o respeito e que se acabe de uma vez com as "conversões", cada um deve ser livre de escolher a religião com que tenha maior afinidade.
 

Sei que por vezes sou um pouco crítica com as "religiões dos livros", que permanecem estáticas no tempo e são essas que mais contribuem para a imposição de ideias da idade da pedra. Tento respeitar ao máximo todos os seus seguidores, mas quando caímos no fanatismo de seguir à letra tudo o que está escrito nesses livros,  deixa de existir abertura e respeito pelas crenças alheias, passando a uma situação de pretensiosismo em que apenas nós detemos a (pseudo) chave da salvação e todas as restantes almas irão cair em desgraça. Essas religiões assustam-me pelo seu fanatismo, ensinaram os seus crentes a desconfiar de tudo o que é diferente e regra geral quando não conhecemos algo acabamos por a temer, e tudo aquilo que tememos o nosso instinto diz-nos para a destruir.

Num mundo com tanta diversidade, se não há espaço para a tolerância então só existirá mal estar e situações de conflito. Isto porque não existe respeito pela liberdade religiosa de cada um, porque cada um acredita que a sua religião é melhor e soberana que se deve elevar acima de todas as outras. Então o verdadeiro objectivo da religião, cujo seu significado é União com o Divino e que nos inspira a ser melhores, mais completos a caminho da nossa evolução espiritual, acaba por se perder.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Deusa Psyche

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Psyche, que significa psique ou alma, antes de ser Deusa do amor romântico era uma bela mortal, tão bela que despertou o ciúme da Deusa do amor e da beleza. Afrodite ordenou a seu filho Eros que fizesse Psyche apaixonar-se pela mais horrenda das criaturas, mas em vez disso Eros apaixonou-se pela jovem, visitando-a todas as noites mas de forma a que ela não o pudesse ver nem identificar. Numa noite Psyche quebrou o acordo e tomou uma vela para olhar para ele e Eros desesperado pelo seu acto deixou-a. Afrodite, após saber que tinha sido engana e louca de ciúmes decide punir Psiché com várias tarefas. Após a execução das mesmas, Eros pediu a Zeus que transformasse Psyche em imortal e assim se casaram.


Esta história tem como intuito aconselhar a não analisar o amor de forma puramente lógica, é importante mergulhar no seu inconsciente e desenvolver a alma, para assim entender o verdadeiro amor. As tarefas de Psyche representam esse desenvolvimento que só após passar por uma séria de provações consegue voltar a reunir-se com o seu amado. As tarefas foram, separar uma montanha de grãos, recolher lã de ouro, buscar água da fonte de um rio e ir ao submundo para trazer um pouco da beleza de Perséfone, que representam a passagem pelos quatros elementos.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

De 3 a 9 de Setembro


A carta da semana é o 2 de copas, representada pela Deusa Psyche, Deusa Grega do amor romântico. A frase que a define é a seguinte: “Finalmente juntos meu amado, o teu abraço aquece-me, conforta-me, sustenta-me e fortalece-me.”

Esta semana será um período de grande romance onde as relações a dois estarão em destaque. O amor anda no ar e é um óptimo período para encontrar alguém que o complete ou melhorar as relações amorosas já existentes.

Conselho: faça algo romântico esta semana e surpreenda a sua cara-metade. Dedique algum tempo a questões sentimentais e o que pode fazer para encontrar ou melhorar uma relação. Por vezes esquecemo-nos de dar atenção a quem está mais perto de nós, mas uma relação sólida é construída diariamente e com dedicação.

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

De 27 de Agosto a 2 de Setembro


A carta da semana é a rainha de copas, representada pela Deusa Yemaya, governante das profundezas do mar. A frase que a define é a seguinte: “Eu sou a deusa da generosidade, bons sentimentos, amor, tolerância e fidelidade.”

Esta semana será caracterizada por sentimentos de paz e serenidade. Sentir-se-á mais tranquilo e inundando de bons sentimentos e vontade de amar. Óptima semana para trabalhar e melhorar as relações à sua volta, assim como abrir-se a novos relacionamentos.

Conselho: aproveite esta energia de amor incondicional que emana à sua volta e dê mais atenção aos carenciados de amor. Existem muitas pessoas que necessitam da nossa atenção e afecto e por vezes isso também nos ajuda a evoluir e sentir-nos úteis.

De 21 a 27 de Outubro

Esta semana estamos sob as bênçãos da   Ninfa Caenis , divindade grega, que está representada na carta do 10 de paus. As frases que a...