quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Deusa Diana

Diana é a uma Deusa Romana que encerra em si mesma várias lendas.  É vista como uma das Deusas da Lua, assim como da caça, dos campos e dos animais, tendo deste modo características semelhantes à Deusa Grega Artemis, Deusa da Lua e da natureza.

Foto retirada do site 
Uma das lendas retrata Diana como a Deusa pura zelosa da sua virgindade, que pediu a seu pai Júpiter para nunca se casar, castigando um pobre caçador apenas porque a viu nua durante o banho. No entanto existem cultos a esta Deusa que vêem a sua pureza, não como a virgem que nunca teve relações sexuais, mas como a mulher livre e completa em si mesma que apela à essência interior de cada mulher.
Outra lenda refere que Diana era a "Rainha das Fadas". Um dos seus santuários era no Lago Nemi, onde o sacerdote era um escravo fugido, que teve que matar seu antecessor em um único combate para assumir o cargo - e, em seguida, segurá-lo contra possíveis sucessores.
Existem contudo outras lendas em que Diana era originalmente a Deusa da Luz, das montanhas e dos campos, sendo provavelmente uma das primeiras pré-Indo-Europeias Deusas do Sol. Segundo Vangelo "Diana foi criada primeiro, antes de toda a criação, nela existiam todas as coisas. Na primeira escuridão ela dividiu-se a si mesma, em luz e escuridão. Sendo que, Lucifer, seu irmão e filho ficou responsável pela escuridão, ficando Diana com a sua metade de luz".
Antes de adquirir as características de Artemis, Diana era vista como a Deusa sacrificial do casamento, associada também à constelação da Ursa Maior. Com o cristianismo tornou-se a Deusa do submundo das bruxas. Ainda sobrevivem em Toscana (Itália) a lenda de que Diana era uma Deusa Suprema Original e mãe, com Lucifer, de Aradia, uma bruxa mítica que teria ensinado a pratica da bruxaria a servos e mulheres.
O seu nome em céltico, Dianna ou Diona significa "divino, brilhante". Existe uma lenda Britânica que diz que foi Diana quem dirigiu o príncipe troiano Brutus, o fundador da linhagem real da Grã-Bretanha, a refugiar-se na Grã-Bretanha depois da queda de Tróia (ibid., pa91), e acredita-se que a catedral de St Paul's, em Londres, foi construída no local de um templo de Diana.

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