sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Como desbloquear emoções, pensamentos, desejos...

Fonte desconhecida
Como podemos desbloquear emoções, pensamentos ou desejos reprimidos? Bem essa é uma pergunta que me tenho feito desde a algum tempo para cá. Existem várias terapias que são recomendadas sempre que falamos no assunto e ajudam bastante, é verdade. No entanto o mais comum dos mortais, que pouco conhece sobre o assunto, merece uma explicação mais acessível. Não sou terapeuta em nada, a minha "formação" neste campo limita-se ao segundo nível de reiki, no entanto sou grande especialista em sentimentos reprimidos e chacras bloqueados, isto claro por experiência própria.

Tudo começou quando comecei a sentir-me completamente desfasada de mim mesma, era como se o meu corpo, a minha mente e a minha alma não estivem centrados num só, mas sim distantes uns dos outros. Ora isso é um sinal claro de que alguma coisa não está bem. O primeiro passo para conseguir resolver qualquer problema é conseguir identificá-lo. Mas muitas vezes os nossos pensamentos e emoções estão tão confusos que parecem um emaranhado de lã. Há que começar por uma ponta. Nesta primeira fase, creio que a meditação é a melhor ajuda. Já ouvi de tudo a respeito, até que a meditação causava depressão, ou que as pessoas que o fazem são mais depressivas. Isso não é bem verdade, a questão é que, é preciso ir ao fundo dos nossos problemas para os conseguirmos resolver e por isso numa primeira fase pode não ser muito fácil enfrentar os nossos fantasmas, ou podemos não estar preparados para a avalanche de emoções que temos reprimida.

Fonte desconhecida
Quando falo em meditação não tem que ser necessariamente aquela imagem de ioga que costumamos ver, apenas parar para pensar e estar connosco mesmos. Basta sentar, nem que seja por 10 minutos do nosso dia, e pensarmos como nos sentimos e porque é que nos sentimos dessa forma, o que nos leva a sentir tristes ou desfasados ou incompreendidos. O importante aqui é não atribuir culpas a ninguém. São os nosso sentimentos logo é da nossa responsabilidade a forma como deixamos os outros nos afectar. É um longo caminho até conseguir perceber toda a dimensão dos nossos bloqueios. Ao inicio começam a revelar-se algumas situações ou pensamentos que nos perturbam e é por ai que se deve começar, tentando perceber a forma como eles nos afectam, o porquê, a sua aceitação e por fim conseguir libertar-nos disso. Quanto mais aprofundar, mais sentimentos acumulados (por vezes à imenso tempo que nem nos tínhamos apercebido que ainda nos afectavam) virão à superfície. 

O mais difícil é libertar, existem sem numeras de formas de o fazer e o efeito, dependendo de cada um, é mais ou menos eficaz. Escrever tudo o que se sente, todas as emoções, poder falar com alguém sobre o assunto (por isso a importância dos psicólogos, se bem que não posso falar por experiência própria), colocar essas frustrações em actividade física,... Enfim um sem número de opções, o importante é depois de identificar e admitir que essas situações ainda nos afectam, conseguir libertar, porque se as mantermos dentro de nós iremos entrar numa espiral de sentimentos negativos e, ai sim, entrar em depressão, o objectivo é conseguir lidar com esse sentimentos, um a um e depois libertar e não continuar com eles acumulados dentro de nós.

Fonte desconhecida
É neste sentido que as terapias têm um papel fundamental e são de grande ajuda. A meditação, o reiki, o EFT, o ho'oponopono, as massagens ayurvédicas, são algumas hipóteses de ajuda para superar esses bloqueios nas suas diversas fases. Numa fase inicial quando é difícil perceber tudo aquilo que temos reprimido, estas terapias ajudam a vir ao de cima aquilo que está no fundo do nosso ser, assim como ajudam-nos bastante a aceitar a nossa humanidade e com isso os nossos defeitos e por fim conseguirmos libertar dessas emoções. Não é um processo fácil, mas todos nós temos sentimentos reprimidos que nos prejudicam na nossa evolução. Quando conseguimos enfrentar os nossos medos, sem os reprimir no fundo do seu ser, sentimos mais purificados e a cada passo sentimo-nos melhor. Por isso vale a pena o esforço!

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